As cirurgias videolaparoscópicas possuem um perfil de segurança elevado, mas, como qualquer procedimento médico, apresentam riscos que precisam ser conhecidos e mitigados. A prevenção de complicações depende de três pilares: domínio técnico da equipe, manutenção rigorosa dos equipamentos e seleção adequada dos instrumentais. Neste artigo, revisamos as complicações mais comuns e apresentamos estratégias práticas para evitá‑las no dia a dia cirúrgico.

Complicações mais associadas à videolaparoscopia:
• Lesões intestinais — podem ocorrer durante a entrada dos trocáteres ou na dissecção interna.
• Lesões vasculares — especialmente em vasos epigástricos ou vasos de maior calibre.
• Enfisema subcutâneo — aumento da difusão de CO₂ por vazamento nos portais.
• Infecções — geralmente associadas a falhas em limpeza e esterilização dos instrumentais.
• Conversão para cirurgia aberta — geralmente por má visualização ou falha de equipamento.

Como prevenir essas ocorrências:
• Realizar checagem pré‑operatória da torre, ótica e cabos.
• Usar trocáteres de qualidade com vedação eficiente.
• Garantir que óticas estejam livres de embaçamento e com foco adequado.
• Treinar técnica de entrada segura (Hasson ou Veress).
• Seguir fluxos rigorosos na CME.

Instituições que mantêm equipamentos atualizados e padronizam treinamento reduzem complicações em até 40%. Esse impacto operacional demonstra como qualidade e manutenção são determinantes.

CONCLUSÃO
Complicações podem ser reduzidas para índices mínimos com boas práticas, treinamento e equipamentos confiáveis.


Para reduzir riscos cirúrgicos e garantir segurança, utilize sempre materiais certificados. Solicite uma cotação de instrumentais e óticas confiáveis para sua sala de videolaparoscopia.